Aghori I – Introdução

Desde 1998, a antropóloga Lena Tosta e o fotógrafo Olivier Boëls pesquisam juntos na Índia com sadhus, conhecidos na literatura como santos ou ascetas hindus. A primeira produção etnofotográfica desta pesquisa, intitulada Cinzas Sagradas, recebeu o prêmio Pierre Verger de Antropologia Visual de 2002. (Como todo bom antropólogo eles usam a conversinha fiada de que temos que olhar com outros olhos blá, blá, blá, bacana…realmente, muito bacana gente que come bosta, carne de defunto e bebe urina…SE BEM QUE SE VOCÊ É CARNÍVORO, VOCÊ COME CARNE DE DEFUNTO O TEMPO TODO, MISTURADA COM FEZES DOS INTESTINOS DOS BICHOS QUE NÃO SÃO TOTALMENTE LIMPAS, FORA URINA TAMBÉM, QUE POR VEZES VAZA DA BEXIGA NOS CORTES… EM SUMA, VOCÊS CARNÍVOROS TEM MUITO MAIS EM COMUM COM OS AGORIS DO QUE PENSAM)

Nagas e aghoris são linhagens de sadhus conhecidas por integrar à experiência do sagrado o contato deliberado com tudo o que é proscrito, o ‘profano’ da hegemonia bramânica. A morte, o sexo, a intoxicação, a violência, a carne humana e os socialmente excluídos, em vez de afastados em nome da pureza, são incorporados às práticas espirituais.Inspirados nos aspectos mais transgressores de Shiva, sadhus nagas e aghoris encarnam o trickster em Kali Yuga, herói dissidente que restabelece a harmonia do cosmos ao desafiar a ordem de um universo fenomênico decaído. (Mais uma prova de quem transgride por transgredir e abraça a imoralidade acaba até COMENDO MERDA) 

Aghori sadhus como Kitcheri Baba ingerem substâncias consideradas “impuras” e “perigosas” pela ortodoxia hindu: álcool, excrementos, venenos ou, neste caso, carne humana. Ele deixou o campo de cremação de mãos dadas com as crianças locais.
(Putz, quanta sabedoria milenar hein? E que pereba é essa na boca desse fulano ?)
Vestido com o manto que cobre os mortos, Sundaram Aghori Baba é servido chá no seu kapal de crânio humano.
(Com um torrão de açúcar ou dois ?)

Alguns preferem seguir “atalhos” para a liberação: Maharaj Amar Bharti é um dos últimos praticantes vivos da “austeridade” urdhva-bahu, ele mantém o braço direito erguido há três décadas.
(E três décadas sem desodorante também)

O Samadhi de um irmão Bharti foi considerado auspicioso: o naga sadhu deixou o corpo na “noite de Shiva”, em território sagrado shivaita, o Monte Girnar. Fotos de partes do ritual funerário foram feitos a pedido da família.
(Eu jurava que eles estavam jogando buraco…na hora de dar o morto…ele já estava até fedendo)









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