Católica que não sabia estar grávida dá à luz, mata bebê e morre

BBC

Uma mulher que não sabia que estava grávida deu à luz, matou o bebê e morreu em seguida por causa dos sangramentos no banheiro de sua casa.

Dias antes a britânica Elizabeth Tevenan, 30, havia tomado analgésicos para aliviar as dores nas costas, e pesquisado na internet informações a respeito de úlcera e câncer de estômago.

O caso ocorreu em novembro do ano passado na cidade de Stratford-upon-Avon e a investigação oficial foi instaurada na Justiça de Lemington Spa, no centro da Inglaterra.

A imprensa local afirmou que a mãe de Elizabeth, católica, disse na investigação que jamais imaginava que a filha estivesse grávida, porque fora criada dentro de rígidos princípios religiosos.

“Ele nunca conversou comigo sobre sexo. Ela foi criada seguindo princípios rígidos”, afirmou a mãe segundo declarações reproduzidas na imprensa.

De acordo com uma colega de trabalho, que também deu seu depoimento à Justiça, Elizabeth já havia comentado que se ficasse grávida “jamais conseguiria” contar a novidade aos pais.

“Eu teria subido pelas paredes se soubesse que ela estava grávida, mas me acalmaria”, disse a mãe de Elizabeth.

“Eu teria amado meu neto. Estamos muito entristecidos, perdemos uma menina adorável.”

O legista que examinou o caso afirmou que Elizabeth matou seu filho recém-nascido colocando papel higiênico em sua boca e tapando seu nariz.

Em seguida, encontrada pela mãe no banheiro de casa, morreu “de causas naturais” antes de chegar ao hospital em decorrência da hemorragia, estabeleceu o médico.

Através de DNA, a polícia conseguiu identificar o pai da criança, que vive em outra região da Inglaterra.

Na hora de dar e emprenhar ela soube direitinho e nem se preocupou com fatores religiosos como “não transar fora do casamento”, mas na hora em que viu nascer um ser completamente indefeso, achou que valia a pena assassinar covardemente e de forma cruel quem jamais pediu para ser o rebento de uma criatura tão asquerosa, simplesmente porque iria chocar as convicções religiosas da mamãe. A culpa não é da mãe dela e avó da criança não, a culpa é da nojenta que foi capaz de assassinar um bebê para não assumir quem era.

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