Mais Armas nas Mãos dos Cidadãos de Bem = Menos Crimes

The Washington Times 

A melhor defesa é auto-defesa

Mais armas em mãos de cidadãos de bem, cumpridores da lei, significa menos crime. O Distrito de Columbia é a demonstração disso.

Lendo a maioria dos veículos de imprensa comprados por vagabundos esquerdista pró-bandidos, pró -drogas e anti armas, um seria perdoado por pensar que o Armageddon tinha chegado após a Suprema Corte derrubar a proibição de armas no Distrito de Colúmbia em 2008. Previsões pularam de todas as direções dizendo que armas sendo permitas nas mãos de cidadãos e não os forçando a mantê-las trancadas se tornariam uma ameaça à segurança pública. De acordo com o imbecil prefeito do Distrito de Columbia, Adrian Fenty, mais armas nas residências poderiam causar mais crimes violentos.

Isso nunca foi o caso. Os sacos de excremento anti-armas políticos locais abraçram com entusiasmo a proibição de armas em 1977, prevendo que faria de Washington um lugar seguro, reduzindo drasticamente as taxas de homicídios. Mas os políticos anti-armas estavam tão errados três décadas atrás quanto continuam errados agora.

A história é ilustrada pelos números de assassinato desde que a proibição de armas foi derrubada. Entre 2008 e 2009, os números preliminares do FBI indicam que a taxa de homicídios caiu nacionalmente em 10% e em cerca de 8% em cidades que têm entre 500.000 e 999.999 pessoas.Washington tem uma população de cerca de 590.000 pessoas. Durante esse mesmo período de tempo, de 2008 quando foi derrubada a proibição de armas até 2009, ou seja, a partir de que foram liberadas novamente as armas de fogo nas mãos dos cidadãos de bem, a taxa de homicídios em Washington caiu espantosamente, em 25 %, de 186 para 140. A cidade só começou a permitir que seus cidadãos tivessem armas de fogo para defesa própria novamente no final de 2008, e foi justamente em 2009 que houve um verdadeiro decréscimo na criminalidade.

Aqueles que viveram em Washington durante a década de 1970 podem ter esquecido que o aumento da criminalidade começou exatamente quando foi aprovada a proibição de armas. 5 anos antes da proibição de armas em 1977, o número de homicídios havia caído de 37 para 27 assassinatos a cada 100.000 habitantes. Nos 5 anos APÓS proibirem as armas o número subiu para 35 assassinatos em cada 100.000 habitantes. Um fato é particularmente difícil de ignorar: A taxa de homicídios em DC flutuou depois de 1976, mas apenas uma vez ficou abaixo do que era em 1976, antes da proibição. Essa aberração estatistíca aconteceu tempos depois, e somente no ano de 1985 e em mais nenhum

Essa correlação entre a proibição de armas em DC e a diminuição da segurança não foi uma coincidência. Vejamos o exemplo de Chicago. Imediatamente depois de Chicago proibir armas ,em 1982, a taxa de homicídios que vinha caindo continuamente por quase uma década COMEÇOU A SUBIR,a taxa de homicídios de Chicago subiu em relação a outras grandes cidades do mesmo tamanho.

O fenômeno do aumento das taxas de homicídio após a proibição de armas não é limitado apenas aos Estados Unidos. Cada vez que um país aprovou uma proibição de armas, a sua taxa de homicídios subiu.

A escolha enfrentada pelos americanos não é entre a liberdade ou a segurança. Experiência de Washington com a proibição de armas mostra mais uma vez que os americanos ou serão livres e seguros ou sem liberdade e sem segurança. Permitir que as pessoas se protejam é a abordagem responsável. É importante que a suprema Corte lembre desses fatos em março, quando da audiência sobre a proibição de armas em Chicago.



Contra fatos realmente não há argumentos

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